Bodycount é um FPS (jogo de tiro em perspectiva de primeira pessoa) que coloca os jogadores em uma legítima confusão de tiroteios e explosões em cenários destrutíveis. Pois é: não procure cobertura de fogo atrás de objetos que podem ser facilmente destroçados por disparos nervosos dos seus oponentes. Os gamers se encontram em um conflito global clandestino na forma de empregados que têm carta branca para eliminar inimigos conhecidos como Targets para uma entidade denominada Network. Armas interessantes fazem com que nada esteja a salvo da destruição iminente.
Por Daniel Reininger Stuart Black, criador do lendário Black para PlayStation 2 e Xbox, teve uma visão com Bodycount: fazer um jogo de tiro em primeira pessoa absurdamente divertido, devastador e repleto de possibilidades destruição, tudo isso em doses cavalares....
Destrutivo, Bodycount promete ser a alegria dos fãs de shooter de plantão
Por Daniel Reininger
Stuart Black, criador do lendário Black para PlayStation 2 e Xbox, teve uma visão com Bodycount: fazer um jogo de tiro em primeira pessoa absurdamente divertido, devastador e repleto de possibilidades destruição, tudo isso em doses cavalares. Realmente algo que tire a tensão após um dia de trabalho. Realmente parece ser o caso.
Infelizmente o próprio idealizador do jogo abandonou o projeto ainda em 2010 e com isso muita coisa que vimos, e nos foi prometido, até então, mudou. Muitos de seus conceitos foram alterados, mas o principal ainda está lá: o poder de fazer o jogador apertar o gatilho e relaxar.
Deixando o realismo de lado, o game coloca uma arma na sua mão e te manda em missões ao redor de todo o mundo. O negócio aqui é eliminar seus inimigos em uma disputa clandestina por poder global. O jogador entra como um trunfo poderoso, a arma certa para derrotar os inimigos, conhecido apenas como "targets", em nome da "Network”. E isso é tudo. A trama tem apenas a função de contextualizar a ação, mas, pelo menos ao que parece, sem aprofundá-la.
Uma interessante personagem, Ashley, fará o papel de voz da consciência, alguém que ficará constantemente falando em seu ouvido, dizendo o que você precisa fazer. Sua presença parece ser onipresente e isso é um toque interessante. Outros protagonistas desse jogo, claro, são as armas: enormes, barulhentas, exageradas, lindas e poderosas, prometem fazer bonito nesse shooter moderno.
Bodycount foi criado para ser rápido e frenético. A intenção dos desenvolvedores é passar a sensação de um shooter estilo arcade em um console. É um interessante ponto de vista e vale a pena esperar para ver como isso funcionará, mas não é só isso.
O grande diferencial deste jogo é o efeito que cada tiro causa no mundo. Será possível devastar coberturas de todo tipo, até paredes. Na verdade tudo no cenário será destrutivel. Ou melhor, essa é a promessa, mas eu não colocaria fé que cada detalhe do cenário pode ser modificado durante horas e mais horas da campanha até ver que esse é realmente o caso.
De fato, porém, as possibilidades de caos são imensas, ao ponto de você poder fazer um buraco na parede e espiar os inimigos antes de destruir a parede com explosivos para pegá-los. O mais legal é que todo aquele dano continua lá quando você passar novamente pelo local.
O game tem um interessante conceito de recompensa. A cada morte você ganha Intel, que pode ser usada na compra de upgrades, entre os quais melhorias para as suas armas e até um ataque aéreo. Maravilha!
Obviamente, como todo shooter que se preze, o multiplayer está incluso. A jogatina cooperativa também está garantida, além do competitivo. Também dá as caras um modo chamado Bodycount, o qual permite que você refaça as fases em busca de maiores pontuações.
Bodycount pode ter se afastado da visão original de Black, mas ainda promete muita diversão, adrenalina e caos quando for lançado em 23 de agosto. Mal podemos esperar.