Assault Horizon não é o sétimo jogo da famosa franquia de combates aéreos. O título é encarado como um “ressurgimento” da série que deixa os pilotos ainda mais próximos uns dos outros. Pois é: uma experiência revigorada que tenta combinar recursos técnicos de ponta — através do árduo trabalho da desenvolvedora Project Aces — com uma jogabilidade amigável.
Com toda esta onda atual dos reboots, há quem imagine que Ace Combat: Assault Horizon seja um deles. Não é o caso. O clássico jogo de caças da Namco apenas abandona a contagem numérica, mas a maioria de seus componentes chaves ainda estão no comando...
Assault Horizon prepara um dinamismo que promete ressuscitar os jogos de combates aéreos
Com toda esta onda atual dos reboots, há quem imagine que Ace Combat: Assault Horizon seja um deles. Não é o caso. O clássico jogo de caças da Namco apenas abandona a contagem numérica, mas a maioria de seus componentes chaves ainda estão no comando da série.
A diferença é que agora o jogo assume uma postura mais realista, não melhor, mas típica dos jogos ocidentais, e, cá entre nós, mais comercial por estes lados do planeta. Assim, a história é escrita pelo escritor Jim DeFelice (Raven Strike , Domino Theory), um dos bestsellers do New York Times, contando um incidente no ano de 2015, quando o Tenente Coronel William Bishop, líder de um esquadrão chamado Warwolf recebe a missão de impedir o início de uma insurreição pelo continente africano. Claro, para variar, as coisas não serão nada simples.
Na parte que diz respeito ao gameplay, isto significa que você deverá voar no comando dos caças mais poderosos do planeta (F-15 Strike Eagle, F-16 Lightning Falcon, F-22 Raptor e até mesmo o mais novo F-35B Lightning II), assim como helicópteros famosos, pelos céus de cidades como Miami, Dubai, Rússia, entre outros. A Namco-Bandai já deixou claro que poucas partes do planeta ficarão a salvo dos confrontos do jogo, o que inclui missões do Oriente Médio, Oceano Atlântico e o Pacífico, por exemplo.
A maior diferença mesmo neste novo episódio é a inclusão do chamado “Close-range Assault”, que visa aumentar a intensidade da ação e trazer todo a fúria dos caças para mais perto do jogador. Este modo se divide em duas porções, o primeiro chamado “Dogfight”, no qual o jogo foca apenas os dois aviões e combates e os controles se alteram para que você execute poderosas manobras e atire com mais precisão, matando aquele sentimento de “atirar em pontinhos” dos demais jogos do gênero.
Já o segundo foi apelidado de “Air Strike”, e ele faz basicamente o mesmo que o citado anteriormente, só que pelos ataques “ar-terra”, o que significa que você ganha uma visão privilegiada do terreno abaixo para bombardear ao seu bel prazer. Ambos são acionados com os gatilhos dos respectivos videogames, o que significa L2+R2 no PS3 e LT+RT no Xbox 360.
As fases encabeçadas pelos helicópteros já envolvem outro esquema de jogo, menos aberto, no qual o jogador tem controle apenas das metralhadoras laterais do veículo. Foram prometidas fases nas quais você deve realizar bombardeios stealth, mas estas ainda não foram mostradas.
Do lado do multiplayer, além dos já imaginados modos deathmatch, team deathmatch, entre outros clássicos, foi apresentado o “Capital Conquest”, que envolve dois times de 8 integrantes que ocorre em turnos. A cada turno um dos times deve atacar e outro defender famosas capitais do nosso planeta, como Paris e Londres. Neste modo, todos os tipos de aeronaves poderão ser escolhidas e foi comentada sobre a capacidade de se criar formações aéreas e manobras sincronizadas.
E para os curiosos de plantão, o criador do lendário anime Macross, Shouji Kawamori, confirmou que está trabalhando em uma aeronave fictícia que pode ser oferecida como DLC. Estaríamos para ver um caça ainda mais impressionante que o poderoso X-49 Night Raven de Ace Combat 3?
Ace Combat: Assault Horizon estará nas prateleiras no dia 11 de outubro.