
Vanessa Lee
Zumbis, zumbis e zumbis. Taí uma fórmula para games que dá certo, sempre deu e provavelmente sempre dará. Não interessa o quão boa a istória possa ser, pois o jogador geralmente se concentra mais em dar headshots e punhaladas nos mortos-vivos mais do que qualquer outra coisa.
Tão certa é a graça de ficar perseguindo os desalmados que os criadores de Call of Duty:Black Ops, por exemplo, resolveram colocá-los na jogada, e criar modos zumbis para o gamer dar uma espairecida e treinar sua fúria armada nos comedores de cérebro.
Ao longo dos anos, muitas produtoras dedicaram muito de seu tempo criando títulos exclusivos para os aficcionados no gênero que tem o cinema como sua maior morada. Entrar na ação não tem preço e no pega pra capar, o que vale é a diversão. Em Left 4 Dead, até guitarra e frigideira entram para o menu de armas.
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Dead Island já teve o caminho até aqui pavimentado por grandes jogos, por isso ele surge pegando certamente a rabeira do sucesso de produções anteriores, para expor um novo mundo de aberrações e terror. Sob um roteiro original, o jogador deverá se meter a besta numa ilha, sob perspectiva em primeira pessoa, um FPS melhor dizendo, no qual o instinto de sobrevivência falará mais alto - tá, isso não chega a ser uma novidade nesse caso.
Ação e aventure estarão misturados a esse survival-horror. Pessoas comuns resolvem passar as férias em uma ilha. Até aí tudo bem, não fosse uma epidemia de pessoas mortas que voltaram a vida e querem abreviar a vida de quem sobrou. O objetivo é simples: sobreviver e tentar descobrir como o vírus - se for o caso - se espalhou e afetou a todos.

Como estamos falando de sobrevivência, e quanto mais pessoas para ajudar melhor, o jogo oferecerá um modo cooperativo, pelo qual até quatro indivíduos poderão se conectar. Será mundo aberto, ao contrário do que estamos acostumados. O foco principal é o combate corpo-a-corpo, com armamento customizável. Além disso, Dead Island também carregará consigo elementos de RPG.
Um sistema de experiência e um somador de habilidades deverão oferecer recompensas ao jogador conforme ele as conquista. Em alguns locais, será necessário o uso da lanterna, dando uma pincelada de suspense a trama. O clima também sofrerá alterações, como em diferentes épocas do ano. E antes que imaginem que isso aconteça, não, não haverão crianças zumbis no jogo, mesmo que uma menininha apareça no principal trailer do título.
Sobre a realidade que permeia a produção da Techland, foi demostrado que os zumbis apresentarão características interessantes, dentre as quais matá-los se fará uma tarefa mais complicada. Cada incursão contundente para matar um alvo mostrará que a espessura da carne e músculos interferirão nos golpes com sua rigidez. Membros poderá - e deverão - ser arrancados para maior efetividade nas mortes. Sanguinário até o talo. O jogador também precisará prestar bem atenção, pois alguns pontos de acertos vitais serão importantes para não perder tempo tentando derrubar um semi-imortal babão.
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Embora não haja uma premissa que crie uma expectativa especial, Dead Island quer dar uma perspectiva mais respeitosa para jogos desse naipe. Só basta saber se conseguirá realmente ou se será só mais um para a nossa lista.